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Fortune Points

Março 7, 2007

Decidi instalar na minha campanha o conceito de Fortune Points, tirado do Advanced Gamemaster´s Guide publicado pela Green Ronin Publishing.

            Já tinha tentado anteriormente com os Action Points do Unearthed Arcana publicado pela WOTC, mas não era bem o que eu tinha em mente.

            E que tinha eu em mente afinal?

            Encontrar uma maneira de que os pcs na minha campanha pudessem safar-se daquelas ocasiões onde morrem por causa apenas de um mau lançamento dos dados, ajudar numa luta em que fiquem à rasca e o lançamento necessário fica aquém do que queriam.

            Os action points pareciam-me o necessário para isso, mas… após umas sessões vi que não estavam a dar o efeito que queria e provocavam mais desequilíbrio a favor dos pcs do que apenas ajudá-los em algumas ocasiões.

            Assim decidi trocá-los pelos Fortune Points.

            Por esta altura já devem estar a pensar, mas que raio são action points e fortune points… Ora bem, os action points são pontos que cada pc tem que pode usar para fazer n coisas que as regras não permitem, desde por exemplo ter um ataque extra assim do ar, como num round poder usar um feat que não possui mas que tem todos os pré-requisitos para o mesmo, etc.

            E não era o que eu tinha em mente… (mais…)

Mais um por detrás das cenas e da campanha

Março 3, 2007

Num portal (o magnifico Abre o Jogo ) puseram-me esta questão :

“Pois, muitas das vezes, quando se lê a descrição das sessões, não se percebe o que se passou à mesa de jogo. Quando falas das classes, tem havido algum problema em integrar ideias de suplementos diferentes no mesmo mundo ou não há grande preocupação em integrar o background de cada personagem?

A party parece estar naquela fase quando chegam a nível 6 e as várias virtudes de cada classe se começam a destacar. A progressão tem sido lenta/rápida? Encontros difíceis? “

Eis a minha resposta :

Até ver como o que entrou foi spells e feats nao houve grande problema em encaixar isso na campanha, coisas como raças diferentes também não tendo em conta o tema da mesma (mundo da outra campanha passados 50 anos e uma invasão de elementais).
Prestiges classes e templates tento encaixar no mundo especialmente se houver a necessidade de por ex uma guilda ou sociedade por detrás da mesma.

A progressão tem sido rápida como é apanágico de D&D 3.5, encontros dificeis qb, e apenas duas mortes em 14 sessões o que diminui a minha fama de DM que mata pcs na boa :P

Há papeis já bem definidos especialmente o de Rafa (clerico) Myeva (Barbarian aka Absorve e Dá montes de dano), Morg (Rogue/Ranger) conhecido como o explorador de serviço, facto que penso um dia irá lhe trazer uma dolorosa e solitária morte…Já faltou mais, na ultima sessão escapou por um saving throw… literalmente a vida no lançamento de um dado. Lanarien com o spellcaster arcano de serviço.

DEpois temos Himo no inicio um monk e agora misteriosamente revela dotes arcanos, o como é um misterio ainda para a party (os restantes nao sabem a que classes correspondem dois niveis deles)

Também há Ravhin, o psionic de serviço que mostra a versatilidade dos psionics quer para defesa quer para ataque e juntamente com Myeva sao a força de ataque.

Por ultimo juntou-se Puella, mais recente, uma swordsage com uns truques na manga, mas esteve em poucas sessões e neste momento é o pc mais atrasado em termos de niveis.

Já tive chance de incorporar coisas dos backgrounds deles e encaixou bem na história, e de resto tentarei dar umas surpresas ;)

Sobre o que é usado nas sessões e ambiente…

Março 3, 2007

Os suplementos na berra mais usados são os completes, sao a origem de vários feats e spells que são usados, ou até de mudanças em raças e classes.
Regras ignoradas… bem, não me lembro de nenhuma… sempre fui um by the book DM e acredito que o sistema funciona, até ver tudo ok :)

O ambiente das sessões tem sido agradavel, afinal a malta já joga ai há uns 4 anos regularmente, fala-se de coisas antes da sessao e vai se jogando, há sempre momentos de tensão com lutas ou decisões mais extremas especialmente quando a mesma divide a party sobre a maneira de actuar, por exemplo numa sessão o personagem do Diogo (Rafa) decidiu que iria preservar a vida de crias de owlbears e devolve-los à mae natureza, curando a mãe deles enquanto para a personagem da Claudia (Myeva) eram Gold Pieces prontas para serem vendidas.

Depois há mistérios nas classes de alguns jogadores o que dá situações giras in game e claro muito riso interior para o DM :P

No tipo de aventuras é uma party mista, gostam de desenvolvimento da historia, de interacção com os NPCs e de explorar o mundo, mas gostam também de uma boa luta que afinal é onde se mostra mais as qualidades de um PC em D&D.

Resumo Pré-Campanha

Março 3, 2007

50 AE

A terra continua em tumulto, falta-nos liderança para sairmos desta idade de trevas. Há 50 anos sem um rei para nos liderar após a morte de Yaztromo e o desaparecimento da sua filha, o reino de Rasand foi desmembrado.
Zamora varrida da face da terra, Shadizar, a magnifica Shadizar consumida pelas chamas e pelo vento, Xhankta não passa de um amontoado de ruínas e Halea´s Reach é local para mortos e não para os vivos.
Novas vilas apareceram e desapareceram no rasto dos elementais e da guerra que se seguiu.
À medida que a guerra pela sobrevivência se intensificava mudaram nomes e locais, mudou a paisagem.
Darkwood… verde, imensa Darkwood, recheada de mistérios…
Agora pouco mais resta do que um pedaço da grande floresta que enchi todo o reino… só a parte a este sobreviveu, defendida tenazmente por um grupo de druidas e rangers ao longo de todas estas décadas, má sorte de quem entrar em Darkwood com maus pensamentos para a floresta.
Junta-se a isto os sobreviventes dos Elfos de West Darkwood e sem dúvida que a floresta pode estar mais reduzida mas não deixa de ser tão mortífera como antes.
O rio Stynx continua a percorrer o reino de um lado ao outro, mas agora alberga perigos para o viajante incauto, elementais e outros seres abundam nele.
Viajar sozinho é brincar com o beijo eterno da morte…. (mais…)

Queda do Bastião do Norte

Março 3, 2007

“Não sei quanto mais tempo iremos resistir, os homens estão desmoralizados e sem saber o que fazer. Esperamos reforços mas de Zamora apenas se vêem grossas colunas de fumo no horizonte, seres estranhos que parecem forjados de metal atacaram-nos e com uma precisão militar foram dizimando tudo o que mandámos contra eles, apoiados por elementais como nunca vimos antes, só restou refugiarmo-nos no forte mas agora estamos cercados, com falta de provisões e com os nossos números a diminuírem.
Os homens falam de seres que aparecem da escuridão e raptam companheiros de armas.
Vou tentar fazer uma investida para salvar alguns de nós e continuar a luta pelo nosso reino, por Yaztromo!”

Entrada final no journal de Ravhin, defensor do Bastião do Norte